Butterfly Effect
Que bom que voltou pra mim! <3
Isa sobre Gian ter voltado de Pirapora { Ela tava morrendo de saudades [ só por que ele passou 2 dias a umas 6h de viagem dela (O amor nos faz sentir cada coisa! xD)]} -I like it
¬¬

Tá, foi ela própria quem escreveu o post passado.

Mas e daí!? É verdade mesmo, uai^^

Eu amo a Gi
Da Alma #1

Acabo de ler o texto que serviu de inspiração definitiva pra eu começar, enfim, a escrever algo de reflexivo por aqui. O texto em questão foi escrito por um excelente amigo meu (e uma das melhores pessoas que conheço) e fala simplesmente sobre uma turma de amigos. A minha turma de amigos. A nossa turma de amigos, tão sinceramente rotulada de “Trú”. Eu acho que não poderíamos ter pensado em um nome melhor para descrever esse grupo de pessoas e/ou criaturas no qual eu me incluo com muito orgulho. Nós somos, de fato, amigos de verdade. Claro, é um grupo grande e heterogêneo, e muitos de nós, hoje, estamos um pouco mais afastados do que estávamos há um ano e meio, por exemplo. Mas isso é natural, cada um seguir seu curso, seu caminho, distanciar-se para perseguir algum sonho, fazer algum projeto. Faz parte da vida. Mas mesmo assim, eu digo que somos amigos de verdade porque essa distância, falando em termos gerais, não foi suficiente para fazer-nos esquecer uns dos outros. E muito menos suficiente para fazer-nos parar de querer estar juntos. Eu sinto saudade pra caramba. De tempos e momentos, de conversas e fases, de pessoas simplesmente. Sinto falta, e desejo de todo o coração que aqueles bons tempos estejam vindo de novo em sua melhor forma. O fato é que dentro de dois meses, todos nós (se Deus quiser e o vestibular deixar) seremos universitários. Dentro de dois meses a gente vai poder escolher um canto qualquer na hora do almoço e se jogar na grama pra morgar, rir e se divertir como fazíamos no ensino médio. Esse é, pelo menos, o meu grande desejo. Se dependesse somente de mim, ninguém passava em nenhum outro vestibular. Ninguém ia pra longe, porque já bastou uma ficando na Espanha por meio ano e nos deixando sentindo falta aqui. Já bastam as férias em que as pessoas viajam. E já bastou pra mim ter passado pra UnB no meio do meu terceiro ano. Eu não reclamo disso, sei que foi uma benção. Tanto foi que minha melhor amiga, e amor, ainda veio comigo e, de brinde, mais um ótimo e DDAzento amigo nosso. O semestre que passou (está chegando ao fim) foi uma experiência sensacional, pois aprendemos como o mundo funciona de verdade (ou pelo menos, “mais de verdade” do que antes) e até mesmo pudemos fazer poucos e bons amigos novos, nesse ambiente tão diferente que é a universidade. Mas, mesmo assim, com todos os altos, eu sentia que faltavam coisas. Quando se cria um laço forte com alguém, é  difícil simplesmente deixar pra lá. Eu queria que, assim como minha amada e alguns outros amigos que foram agraciados com a formatura prematura, todos os Trú estivessem comigo. A saudade é uma coisa engraçada. Boa e ruim. Agoniante, mas serve pra gente perceber quem importa de verdade pra gente. A saudade pra mim é um medidor de amizade, um medidor de afeto. Alguém só é verdadeiramente seu amigo se você sofre a falta desse alguém. Diversas vezes falei com meu amor, como seria bom se todos ficássemos juntos de novo. E ela concordou. Sim, de fato, aqueles rostos randômicos que a gente tinha aprendido a reconhecer todas as manhãs não apareciam mais assim. Eles continuavam presos no inferno, e nós no… inferno de cima. Eu falo por experiência pessoal que muita coisa mudou. Isso é perigoso pra caramba. E eu odeio. Perder a intimidade, começar a não se sentir mais a vontade com alguém só por causa da distância ou de um mal-entendido. Isso já aconteceu comigo. Não poucas vezes, e imagino que não deve ter sido só eu quem passei por isso. Mas é uma droga. E eu temia que isso acontecesse conosco, e aconteceu, pra mim, de forma confusa, dolorosa e possivelmente nada racional, com um deles. Um dos trú. Isso começou a me aterrorizar, e eu consigo ser bastante depressivo quando estou afim. Tendo ao exagero. Faço tempestades em copo dágua. E o pior é que, se alguém perguntar, eu nem sei explicar direito o que aconteceu. Mas é claro que mesmo essa pessoa continuou sendo importante pra mim, senão não teria sido tão doloroso. Eu me esforço, pouco a pouco, na medida que a distância me permite, a tentar reparar a situação, mas eu sinto dentro de mim que algumas mudanças não tem volta, e que mesmo que as coisas voltem ao normal, elas jamais voltarão ao normal completamente. Não será mais como era antes. E eu até hoje não consigo responder sinceramente quando essa pessoa me pergunta qual é o motivo. Invento desculpas esfarrapadas, pra não precisar entrar numa discussão que sei que não posso vencer. Eu tenho isso em mim, infelizmente. O orgulho ferido de um babaca que na verdade nunca foi ferido, mas que interpreta os fatos como se tivesse sido, pra se justificar. Isso não aconteceu somente na situação em questão. Isso acontece constantemente no meu cotidiano, e dessa forma boba eu arrisco muita coisa importante pra mim, sem pensar. Eu me deixo abater por versões que minha cabeça perturbada cria de alguns acontecimentos, e acredito na minha cabeça. Eu acabo me magoando por que “quero”, e não porque alguém de fato me magoou. Na verdade, não sei discernir. Isso é tão confuso e agoniante no meu mundinho psicológico que cheguei num ponto em que não sei diferenciar quando de fato erraram comigo e quando sou eu que estou interpretando, à minha maneira insatisfeita (com tudo) de ser, que erraram comigo. De forma que não sei, e no fim das contas, acabo me remoendo e me culpando. Mas não consigo mudar, por mais que eu me esforce. Eu simplesmente não consigo ficar satisfeito. Nada é bom o bastante. Nada é exatamente do jeitinho que eu queria, então vai ter algum detalhe pra criticar. Nem eu sou do jeitinho que eu queria (óbvio), então o problema é bem mais profundo do que aparenta. Não é que eu não queira, nem que eu não tente mudar, mas aparentemente minha mente não deixa. Eu me sinto, muitas vezes, como uma parte separada do que minha cabeça pensa, um menininho envergonhado que fala consigo mesmo: “Para! Chega de pensar assim! Não, parou agora!”, lutando contra os próprios demônios. Chego a pensar às vezes se não sofro de algum tipo de transtorno bipolar ou algo assim. Mas tenho receio de marcar uma consulta e descobrir que sim, porque aí talvez eu começasse a me esconder atrás de um diagnóstico. Justificaria minhas falhas com a doença, o que é covardia. O que eu quero é ser diferente de uma vez por todas, mas não sei quantas vezes já repeti isso pra mim mesmo e para uma outra pessoa, que já sofreu muito por causa desse meu “eu”. Eu repito e repito e repito, mas a solução definitiva nunca chega. Tenho raiva disso. Não quero aceitar que sou assim, porque não acredito nisso. Eu acredito piamente que as pessoas podem mudar se quiserem, apesar de ser um dos que não muda. Sigo tentando. Não vou ser auto-depreciativo e dizer que não tenho qualidade alguma, que não presto pra nada, e etcetera, porque não é verdade. Eu sei que posso servir pro mundo, que sou importante pra alguém, que já ajudei “alguéns”. Inclusive, sinto essa ironia do destino: gosto de ajudar meus amigos, quando estes precisam de conselho, mas geralmente não sigo minhas próprias sugestões. Enfim, sei que tenho virtudes. Mas o problema é que elas são, muitas vezes (geralmente de tempos em tempos), obliteradas por essa parte de mim que eu odeio. Olho neste momento para uma foto tirada no meu último aniversário, em que vários de meus amigos Trú estão presentes, mas não todos. Eu, na foto, estou inclusive mordendo a perna de uma akita, sem qualquer objetivo lógico. Vejo amigos, vejo alegria neles. Mas não em mim e não nela, porque, nesse dia que deveria ter sido tão especial e maravilhoso, um conflito completamente absurdo apareceu. Minha culpa? Sim. Culpa dela? Talvez, mas creio que não. O ponto é esse: eu não quero ter em minha escrivaninha fotografias que me remetam a momentos ilusórios. Eu quero ver felicidade irradiando de verdade, de todos, e quero todos os meus amigos ali. E quero estar feliz na foto também, e não somente fingindo estar. Falei de todas essas coisas porque elas jorraram como uma catarata. Sei que o início do texto não tem nada a ver com esta parte, e sei que teria “fuga ao tema” se isso fosse uma redação. Mas não é, ainda bem. Isso fui só eu, emanando emoções e pensamentos. Foi uma parte escrita de mim. Não sei sequer se isso terá alguma utilidade, mas liberar as coisas que estão nos sufocando é no mínimo bom. Geralmente eu tenho uma alguém com quem faço isso. Mas não quis dessa vez, porque não queria chateá-la. Não queria deixá-la frustrada, nem preocupá-la com coisas que tenho certeza de que ela não tem culpa nenhuma. O texto ficará aqui, pra qualquer um que quiser ler ou achar por acaso. Mas eu escrevo muito mais pra mim do que para ficar fazendo publicidade aos outros. Na verdade, eu não pretendo fazer publicidade alguma disso. Só fiquei inspirado pelo lindo texto do blog Trú e resolvi ter vergonha na cara e escrever algo que sentia que tinha que escrever já há um tempo, mas a preguiça não deixava. Aliás, a preguiça é um grande vilão na minha vida inquieta e hiperativa de projetos e idéias. Atualmente me concentro em dois projetos principais: o primeiro é não magoar as pessoas que amo, em especial ela (porque infelizmente é inacreditavelmente fácil magoar exatamente quem não queremos), e na verdade fazer o inverso de magoá-las, logo, celebrá-las. O segundo é encontrar os Trú de novo de forma gloriosa: num calourento primeiro dia de universidade, para um almoço festejante. O resto é muita coisa, e vem logo em seguida a esses. /\

“22-11” - O Teatro Mágico

***

Afinal de contas, hoje é 22/11

AAAAAAAAAAAHHHHHHHH!!!!!!!!!

Não há tempo!!!

…Fazer o quê! =]

O acaso não tem prazo de previsão. Mas é definitivo.
Gustavo “Piá” Ceschin

“Aerials” - System of a Down

Life is a waterfall,
we’re one in the river,
and one again after the fall.
Swimming through the void
we hear the word,
We lose ourselves,
but we find it all

Cause we are the ones that wanna play,
always wanna go,
but you never wanna stay,
we are the ones that wanna choose,
always wanna play,
but you never wanna lose.

Aerials, in the sky,
when you lose small mind,
you free your life.

Life is a waterfall,
we drink from the river,
then we turn around, put up our walls.
Swimming through the void
we hear the word,
We loose ourselves,
but we find it all

Cause we are the ones that wanna play,
always wanna go,
but you never wanna stay,
we are the ones that wanna choose,
always wanna play,
but you never wanna lose.

Aerials, in the sky,
when you lose small mind,
you free your life.

Aerials, so up high,
when you free your eyes,
eternal prize.

Aerials, in the sky,
when you loose small mind,
you free your life.

Aerials, so up high,
when you free your eyes,
eternal prize.

Apenas passe o mouse pelos círculos e divirta-se.

Não se esqueça de clicar ctrl + para deixar a tela gigantesca e continuar criando.

Sensacional =]

Você NÃO viu.

E quando viu, riu^^

MEU DEEEEUSHHH!!!!

Isa, tem certeza que ainda quer ir pra esse lugar?!!! O_O”